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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Os problemas de visão na infância

Os problemas de visão na infância



Mais de 20% das crianças em idade escolar sofrem com problemas de visão. Sendo assim, é importante que os pais fiquem atentos para o aparecimento de alguns sintomas e levem o pequeno ao oftalmologista regularmente. Saiba mais sobre o assunto na matéria abaixo:

Os problemas de visão na infância

A miopia, o astigmatismo e a hipermetropia são os problemas de vista mais comuns em crianças e bebês. Segundo a Academia Americana de Oftalmologia, os problemas de vista como a miopia, a hipermetropia, o estrabismo, ou outros, afetam mais de 20% das crianças em idade escolar. Isso representa que um em cada quatro escolares sofre algum problema visual, pelo que é muito importante que as crianças sejam examinadas para identificar possíveis problemas visuais que possam prejudicar seu desempenho acadêmico.

Tudo isso pode ser consequência do grande esforço intelectual, que se vêem submetidos os pequenos desde as idades menores. A televisão, o computador, etc., são aparelhos que exigem muito do sistema visual da criança, chegando a impedir, em alguns casos, seu adequado desenvolvimento.

Se o seu filho apresenta dor de cabeça ao sair da escola, tem olhos irritados ao fazer suas tarefas escolares ou franzir a testa no momento de ler, provavelmente se deva a uma dificuldade na visão. As crianças podem ter problemas refrativos como miopia, hipermetropia e astigmatismo, como também problemas como estrabismo: olhos desviados (ou cruzados); ambliopia: olho preguiçoso ou a ptose: queda da pálpebra superior, que podem alterar a vida escolar dos pequenos estudantes.

O cuidado dos olhos nas crianças também inclui protegê-los dos efeitos dos raios UV emitidos pelo sol.

Crianças e bebês miopes
As crianças que sofrem miopia, se caracterizam por não verem corretamente os objetos ou pessoas que se encontram longe. As crianças podem apertar os olhos para enfocar melhor. Aquelas que não usam óculos, normalmente, são mais tímidas e distraídas, e preferem atividades como a leitura, pintura ou trabalhos manuais. Os sintomas podem ser confundidos com transtornos da escrita, como é o caso da dislexia, já que muitas crianças, por não conseguirem ver bem, podem trocar, ao copiar de uma lousa, letras como o p com o q, ou a letra d com a b. Nesses casos o melhor é consultar um oftalmologista, o antes possível.

Hipermetropia em crianças e bebês
A hipermetropia é justamente o contrário da miopia. Os afetados pela hipermetropia tem uma percepção borrada de objetos próximos. É normal das crianças, ao forçar a vista, apresentarem dor de olhos ou cabeça, lacrimejar, e piscarem frequentemente. Geralmente, preferem brincar ao ar livre.

O astigmatismo em crianças e bebês
Uma pessoa com astigmatismo percebe uma visão deformada das coisas, tanto de longe como de perto. Pode estar associado à miopia ou à hipermetropia, apresentando sintomas de ambas patologias.

Ambliopia ou olho vago em crianças e bebês
Ambliopia ou olho vago, consiste na perda parcial da visão em um ou nos dois olhos de uma criança que não pode ser corrigida com lentes. Pode corrigir-se quando se detecta e se trata antes dos 7 anos. Se não se trata antes dessa idade pode implicar numa grande perda de visão do olho afetado, dado que este não se desenvolve adequadamente e, pouco a pouco, vai deixando de trabalhar, de estimular-se, com o que acaba perdendo a capacidade de visão. Essa patologia ocular se apresenta na idade infantil, portanto sua detecção precoce é fundamental para um tratamento adequado.

Estrabismo em crianças e bebês
O estrabismo é uma perda de paralelismo dos olhos, onde cada um deles aponta em direção diferente. Esse defeito ocular supõe um problema grave do sistema visual que deve ser avaliado imediatamente por um especialista.
Fonte: Site Guia Infantil

terça-feira, 23 de abril de 2013

Óculos prontos - Perigo a vista.

Cuidado com os Óculos Prontos.


"O orçamento apertou e não deu para fazer os óculos que o médico pediu"; "saí de casa correndo para uma reunião" e "esqueci meus óculos". Estas são algumas desculpas para substituir os óculos personalizados pelo uso dos óculos prontos. E isso pode causar sérios danos à visão.

Você já deve ter visto uma cena assim: alguém lendo o jornal ou revista com braços esticados lá longe. E assim vai até que o braço não estica mais e aí não existe outra opção. O jeito é consultar um oftalmologista.

De acordo com dados do último senso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, no Brasil 26% da população tem 40 anos de idade. De acordo com o oftalmologista do HCO, Cláudio Picosse, uma coisa é inevitável, o problema é progressivo e tende a piorar com a idade. "A presbiopia, mais conhecida como vista cansada, é a dificuldade para enxergar de perto que as pessoas começam a ter a partir dos 40 anos.

Com a idade o cristalino, uma lente natural que temos no olho, vai perdendo a flexibilidade, condição necessária para ajustar o foco", explica.

Aproximadamente 38 milhões de brasileiros têm presbiopia e para melhorar a visão, somente com o uso de óculos. Acontece que muitas pessoas têm recorrido ao uso de óculos prontos, que são vendidos em farmácias, supermercados, camelôs e até em lojas de conveniência, os quais possuem grau aproximado ao indicado pelo médico. É aí que mora o perigo! "Em uma emergência, a utilização dos óculos prontos podem até ajudar, o problema é quando a pessoas passam a usá-los frequentemente.

Estes óculos apresentam graduações específicas que podem não corresponder exatamente ao grau do paciente, que pode estar usando óculos fracos ou fortes para sua necessidade, acarretando distúrbios visuais, dores de cabeça e desconforto na região ocular", ressalta Picosse. O oftalmologista ainda destaca outro inconveniente. "Geralmente as pessoas não possuem o mesmo grau nos dois olhos e o uso dos óculos prontos poderá forçar mais um olho do que o outro o que possivelmente acarretará em mais problemas visuais", afirma.

Cuidar de algo que é tão especial, como a visão, requer atenção redobrada. E única forma de garantir a correção visual de maneira segura é com a prescrição médica. "O correto é que as pessoas procurem um oftalmologista para que possam identificar corretamente o grau exato para a correção visual e tenham a segurança de usar os óculos que realmente irão ajudar o paciente", finaliza o oftalmologista.

Fonte: Opticanet

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Deficiência Visual na Criança

Deficiência Visual na Criança


Podemos classificar as deficiência visuais em dois grupos: o das pessoas portadores de cegueira e das pessoas portadores de visão subnormal, podendo ser uma deficiência de origem congênita ou adquirida. Pessoas portadores de cegueira são os indivíduos que apresentam desde a ausência total da visão, até perda de percepção de luz, sendo necessária a utilização do sistema Braille para a comunicação escrita, além de não utilizar a visão para a aquisição de conhecimento, mesmo que a percepção de luz possa auxiliar na orientação da mobilidade. 

No grupo de pessoas portadoras de visão subnormal, que também pode ser denominado de visão reduzida ou baixa visão, estão indivíduos que apresentam desde a condição de indicar a projeção de luz até o grau em que a redução de sua acuidade visual limita seu desempenho. Podemos citar como exemplos de patologias que levam a este tipo de deficiência visual, a retinose pigmentar e o glaucoma. Tem-se dado ênfase na utilização do resíduo visual e o treinamento deste para o seu aproveitamento máximo.

Devemos dar muita importância a idade de ocorrência da perda da visão, porque se ocorre antes dos cinco primeiros anos de vida, o portador não será capaz de reter uma imagem visual útil. Ocorrendo após este período poderá trazer alguns aspectos positivos: formação de conceito de espaço, tamanho e forma; possibilitar relações afetivas precoces e percepção de objetos em relação simultânea de posição.

A enorme importância da visão para o ser humano se explica pois é a forma mais objetiva de experimentação humana, fornecendo detalhes que nenhum outro sentido pode fornecer. Se uma criança nasce cega, dependerá da audição e do tato para adquirir conhecimentos e formar imagens mentais. Porém, se a criança ficou cega após os cinco anos, terá retido imagens visuais e será capaz de relacioná-las com imagens auditivas e táteis com mais facilidade.

Como principais limitações da cegueira, podemos citar a privação de importantes pistas sociais (gestos, movimentos e expressões fisionômicas de outras pessoas), restrição da mobilidade independente em ambientes não familiares, impedimento de acesso direto à palavra escrita (sem a visão poderá passar a usar o Braille ou o Sorobam, que são mais demorados), dentre outras.

Além da limitações impostas pela presença da cegueira ou visão subnormal, várias conseqüências incidirão sobre o desenvolvimento da criança. 

No desenvolvimento motor, onde a visão funciona como "auto-estimulo" para o bebê, poderá acarretar atraso na mobilidade auto-iniciada (levantar o tronco quando está de bruços, sentar-se sozinha,...); atraso na iniciativa para alcançar objetos; atraso no movimento de preensão (seguras as mãos, pegar objetos,...); atraso na coordenação das mãos; surgimento de maneirismos (regressão aos padrões motores primitivos, com movimentos não direcionados, característicos até os três meses como movimentos reflexos). 

O bebê cego nos primeiros meses de vida quase não se movimenta, por isso deverá ter uma estimulação precoce utilizando objetos com pistas sonoras (sons agradáveis) e
seus pais deverão ser orientados para colocar o bebê em diferentes posições para que possa viver a experimentação das várias posições corporais e desenvolver sua movimentação.

Na parte de desenvolvimento cognitivo poderá apresentar atraso da noção de permanência de um objeto, dificultando a capacidade de reconhecer a realidade externa como diferente da sua; utilização da coordenação áudio-manual (busca de um objeto quando estimulado por um som) com maior freqüência do que a visual-manual, que estará comprometida, levando a uma menor manipulação e experimentação dos objetos; demora na compreensão de dimensões de objetos e na aquisição de noção de causalidade (causa e efeito) e dificuldade no aprendizado através da manipulação e jogos de construção (blocos), nestes casos podendo ser utilizada a argila como alternativa.

O desenvolvimento da linguagem também é afetado com a criança utilizando um número menor de palavras funcionais relacionadas ao seu ambiente (ali, lá, acima,...) e pode surgir o verbalismo, quando a criança vivência a experiência do outro pelo uso das palavras ou expressões sem corresponder com situações que tenha vivenciado.

O mais importante é criar o ambiente propício para a criança com deficiência visual conseguir alcançar um desenvolvimento compatível com o estágio de vida que se encontrar até que possa ter a capacidade de se tornar independente e ativa socialmente. Para tanto é extremamente importante que pais, cuidadores e profissionais de saúde formem uma "equipe humana" onde cada um terá seu papel na estimulação precoce da criança, inserindo-a verdadeiramente no contexto social. 

Neste sentido, a equipe de saúde (pediatria, fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia,...) deverá ser transdiciplinar e não sendo possível, pelo menos multidisciplinar, para que o
tratamento seja o mais eficiente e o menos traumático possível, dando a criança
toda a confiança e tranqüilidade para seu desenvolvimento.


Por André Frutuoso
André Frutuoso
Coordenador da Fisioterapia do NIS

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Lacrimejamento

Seus olhos lacrimejam muito?

 

Chorar de alegria, tristeza ou raiva, por estar emocionado ou preocupado  são reações humanas normais. As lágrimas também tem  efeito purificador. Elas contêm uma enzima em seu fluido que previne a proliferação de bactérias e combate infecções. Certos vapores, como os que são expelidos ao cortar uma cebola, também podem causar lágrimas. Porém, se seus olhos lacrimejam muito e não há razão aparente para isso, a causa pode ser outra.
Há muitas causas para o lacrimejamento

Causas:

Uma das razões mais comuns para o lacrimejamento é a conjuntivite. Trata-se de uma irritação ou infecção da conjuntiva. A conjuntivite é diferenciada pelos médicos entre infecciosa e não-infecciosa. A conjuntivite infecciosa é causada por um vírus ou bactéria, enquanto as causas da não-infecciosa incluem alergias, irritação devido a luz intensa, corpos estranhos ou químicos. Em ambos os casos, é aconselhável que você consulte um oftalmologista e descreva os sintomas.

Antibióticos ajudam a curar infecções bacterianas. Outra dica: use lenços para secar os olhos. Também é aconselhável lavar as mãos regularmente, assim você pode prevenir  infecções. Além disso, pessoas infectadas devem evitar o uso de lentes de contato.


Outra causa comum de lacrimejamento são os problemas de visão mal corrigidos, que fazem com que os olhos se esforcem muito mais para enxergar adequadamente.
Lentes prescritas para o grau exato da podem solucionar esse problema.

O lacrimejamento também pode ser causado, em alguns casos, pela má composição do fluido lacrimal. Além de uma grande quantidade de água, a lágrima também é composta de proteínas e uma camada lipídica protetora que cobre o filme lacrimal. O que ocorre é uma falta de aderência do filme lacrimal na superfície do olho, fazendo com que ele seja eliminado . Neste caso, seu oftalmologista pode ajudá-lo com colírios especiais.


Outras causas possíveis do lacrimejamento são lesões na superfície da córnea devido a corpos estranhos ou arranhões. Quando isso acontece, o corpo reage naturalmente produzindo mais lágrimas. Algumas pessoas também tem pálpebras indevidamente posicionadas. Especialistas definem como entrópio, quando a pálpebra fica virada para dentro, ou ectrópio, quando a pálpebra é virada para fora. Dependendo da seriedade do problema, uma cirurgia corretiva pode ser necessária.



Olhos muito secos também pode causar lacrimejamento
Pode parecer contraditório, mas olhos muito secos podem também causar lacrimejamento. Quando os olhos ficam secos por um longo período,  tendem a começar a produzir mais fluido lacrimal.

sábado, 4 de agosto de 2012

Cílios e sua importância para os olhos

Evite complicações na região dos olhos
Saiba como cuidar dos cílios
Médicos dão dicas para evitar blefarite, terçol e tracoma.
Cilios 

cilios
  
Os cílios são importantes para a proteção dos olhos contra poeira, insetos e outros problemas que podem machucar a região. Assim como todos os pelos do corpo, os cílios se renovam. Um dos problemas que podem aparecer na região é a caspa, sinal de blefarite, uma doença crônica que provoca inflamação. Essa inflamação pode piorar com o frio, estresse e ingestão de gordura. Como a blefarite provoca excesso de oleosidade nos cílios, o ideal é lavá-los uma vez por dia com água e shampoo de bebê, para não irritar os olhos.

Mesmo sem a blefarite, é importante lavar sempre as mãos antes de mexer nos olhos. Para as mulheres que usam rímel, há cuidados ainda maiores. Dormir com o produto nos cílios pode causar terçol, uma inflamação provocada por bactérias. Pessoas que tem terçol frequentemente devem evitar o uso do rímel, ou caso queiram continuar usando, a dica é massagear os cílios sempre após retirar o produto.

O uso constante de máscara nos cílios pode contribuir para a queda deles. Há também produtos manipulados que auxiliam no crescimento, mas esse tratamento deve ser feito sempre com acompanhamento médico. É importante saber que os cílios não crescem em locais onde há cicatrizes, ou seja, um corte profundo na região vai impedir o nascimento dos pelos. Isso pode ser disfarçado com a maquiagem definitiva, que não é indicada para pessoas que têm queloide ou cicatrização hipertrófica.

Se a intenção é alongar os fios, é possível fazer isso com aplicação fio a fio de pelos sintéticos que têm aspecto natural. Esse procedimento é recomendado para pessoas com cílios curtos ou espaçados. Há também máscaras com silicone que dão efeito de cílios alongados ou o uso do aparelho curvex, que exige cuidado porque se usado frequentemente pode quebrar os fios.

Os cílios postiços não devem ser usados por pessoas com sensibilidade na pele porque pode causar irritação. A maneira correta de aplicá-los é depois do uso do curvex, seguido do rímel que deve ser passado de dentro para fora com movimentos da raiz até as pontas.

Para pessoas com os olhos caídos, os fios dos cílios postiços colocados na área externa do olho ajudam a levantar a expressão. Já os olhos pequenos pedem os fios na parte interna para dar um efeito amplo ao olhar.

Outro produto que pode ajudar no crescimento dos cílios é um medicamento que possui  bimatoprosta, uma substância que comprovadamente atua no folículo piloso e proporciona o crescimento ciliar. Mas é preciso cuidado porque esse produto usado para fins estéticos tem contraindicações. É indicado para tratamento de hipotricose, uma condição caracterizada pela quantidade ou qualidade insuficiente dos cílios, e requer prescrição médica.

O remédio não é um colírio apesar de possuir o mesmo princípio ativo de um medicamento usado para o tratamento oftalmológico. A dermatologista Márcia Purceli alerta que esse medicamento deve ser colocado apenas com o aplicativo que vem junto com o produto. Jamais deve-se colocar o medicamento dentro do rímel. O produto em contato com os olhos pode provocar o escurecimento da íris. Também não deve ser usado nos cílios da parte inferior dos olhos porque pode manchar a pele, provocando olheira.

É uma doença inflamatória dos olhos que provoca repetidas crises de conjuntivite e criam cicatrizes na parte interna superior da pálpebra. Quando a cicatriz aumenta, a pálpebra se deforma e os cílios chegam a tocar o olho, o que pode provocar lesões e até a cegueira.

Normalmente o tracoma provoca ardência e lacrimejamento e, em um estágio mais evoluído da doença, dor intensa, fotofobia e perda visual. As moscas são transmissoras da doença porque pousam nos olhos, nariz ou boca de uma pessoa infectada e levam a bactéria para outras.

A doença também pode ser transmitida de pessoa para pessoa pelo contato físico e compartilhamento de objetos contaminados como toalhas, lenços e fronhas. Estimativas globais da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2009, revelam que existem em torno de 41 milhões de pessoas no mundo com tracoma. O tratamento é feito com pomadas e antibióticos. Casos mais graves exigem cirurgia.
Fonte:G1

INFECÇÃO DA VIA LACRIMAL

INFECÇÃO DA VIA LACRIMAL: UMA COMPLICAÇÃO DE OBSTRUÇÃO DA VIA LACRIMAL.

A infecção de via lacrimal é uma complicação de um quadro de Obstrução de Via Lacrimal. 

Também chamado de Dacriocistite. Essa infecção pode ser de inicio agudo ou crônico.
 Com o acúmulo da lágrima dentro do saco lacrimal ocorre a proliferação de bactérias que residem na região ocular (geralmente da própria flora bacteriana dos olhos). Isso leva a formação de sinais inflamatórios (dor, vermelhidão, calor local e saída de secreção) que muitas vezes leva o paciente a procurar o pronto atendimento.  Deve ser tratado de imediato por um profissional especialista e em seguida avaliar o tratamento definitivo que é a cirurgia.