terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Acupuntura e o “olho preguiçoso”

Acupuntura e Olho Cansado

 Acupuntura pode ajudar na correção do “olho preguiçoso”


A acupuntura pode ser uma alternativa para o tratamento da ambliopia ou “olho preguiçoso” em algumas crianças, de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Shantou e Universidade Chinesa de Hong Kong, publicado na revista “Archives of Ophthalmology”.

Cerca de 0,3 a 5% da população mundial apresenta ambliopia. A correção dos erros refrativos com óculos ou lentes de contato é eficaz em crianças entre os 3 e 7 anos, mas naquelas que têm entre 7 e 12, apenas 30% dos casos podem ser corrigidos. A terapia de tapar um olho aumenta a resposta do outro olho, mas alguns dos pacientes que não obtêm resultados positivos podem sofrer problemas emocionais.

Os autores compararam o método de correção tradicional com a terapia de acupuntura num teste que envolveu 88 crianças. Destas, 43 fizeram acupuntura, tendo recebido cinco tratamentos por semana, com a inserção de agulhas em cinco pontos. As outras 45 crianças, tiveram o olho bom tapado durante duas horas por dia, pelo menos uma vez por semana, durante uma hora, exercitando o olho preguiçoso com exercícios de visão de perto, como ler ou escrever.

Após 15 semanas, a acuidade visual nos que realizaram acupuntura foi 1,3 vezes melhor do que nas crianças que realizaram o tratamento tradicional. O olho preguiçoso foi considerado curado em 16,7% das crianças do grupo que tapou o olho, e em 41,5% das crianças do grupo da acupuntura.

Ambos os tratamentos foram bem tolerados pelas crianças, não tendo ocorrido efeitos secundários em qualquer grupo. Os autores observam que, embora o efeito da acupuntura pareça promissor, mecanismos subjacentes para o seu sucesso na ambliopia ainda são desconhecidos. Os investigadores suspeitam que os pontos onde as agulhas são inseridas possam mudar a atividade do córtex visual, ao aumentar o fluxo de sangue no olho e nas estruturas adjacentes, bem como estimular a formação de componentes que suportam o crescimento dos nervos da retina.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

MO Portugal

Óptica Studio Vision

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Fotofobia pode ser uma indicação de astigmatismo e de doenças no olho

Conhecida há mais de mil anos, a fotofobia se caracteriza por aversão à luz. Ela atinge pessosas de todas as idades, sobretudo as loiras, de olhos claros ou albinas. Se você tem fotofobia, consulte um oftalmologista. O problema pode resultar de sensibilidade excessiva à luz, de astigmatismo, de cicatrizes na córnea, de alergia e de doenças inflamatórias e infecciosas, entre várias outras.

É comum vermos pessoas que só se expõem à luz com óculos escuros, sobretudo nos momentos em que a claridade é mais intensa. Muitas delas agem assim, naturalmente, só por charme, ou seja, porque gostam de óculos escuros. Afinal, hoje eles são muito cobiçados como acessórios de moda. Outros o fazem, no entanto, pelo fato de terem horror ou aversão à luz, o que é chamado de fotofobia.


 Pessoas de pele clara, do mesmo modo, normalmente têm maior sensibilidade à luz. Parte desses indivíduos não tem nenhuma doença. Apresentam tão-somente, não se sabe por quê, sensibilidade aumentada à luz na córnea (porção anterior do olho) ou nos receptores da luz na retina (órgão no fundo dos olhos). Mas fotofobia pode também ser sintoma de doenças. A causa mais freqüente de fotofobia por alteração ocular é um distúrbio conhecido como astigmatismo. Ele se caracteriza quando a córnea, que normalmente é redonda, se torna ovalada. Desse modo, as imagens captadas pelos olhos são projetadas não na retina, mas ora um pouco à frente dela, ora atrás, ora até em dois planos anteriores ou posteriores a ela. A conseqüência é que quem sofre de astigmatismo, além de ver tudo distorcido, ainda apresenta maior sensibilidade à luz.

A fotofobia pode resultar igualmente de cicatrizes na córnea e de doenças inflamatórias oculares às vezes relacionadas com reumatismo; toxoplasmose, herpes e outras doenças infecciosas; doenças neurológicas, psicológicas e psiquiátricas; alergia crônica nos olhos; e até cânceres oculares. Bebês que nascem com fotofobia, de outro lado, podem ter glaucoma congênito (acúmulo do líquido "humor aquoso" por defeito no sistema de escoamento, com o aumento da pressão e do volume no globo ocular) ou conjuntivite.

Mulheres com mais de 50 anos, enfim, freqüentemente apresentam diminuição no volume de lágrima à noite em conseqüência da menopausa; suas pálpebras grudam nos olhos, elas se mexem e provocam "ferimento" ocular. Tais mulheres costumam acordar, à noite mesmo ou no dia seguinte, com dores nos olhos e também fotofobia.

O fenômeno incomoda muito. Atrapalha o dia-adia das pessoas. Portadores muitas vezes não saem de casa durante o dia, o que os faz perderem compromissos sociais e até se afastarem de amigos. Quem contrai demais os músculos em volta dos olhos por fotofobia pode ter maior número de rugas e outras marcas na região, o que os deixa envergonhados e pode torná-los ainda mais dependentes dos óculos.

Algumas pessoas têm fotofobia uma vez e nunca mais voltam a a ter. Mas, caso o problema persista, consulte um oftalmologista. Esse profissional está disponível mesmo no Sistema Único de Saúde. Outra alternativa no setor público são os serviços específicos das Faculdades de Medicina existentes nas capitais e em muitas cidades grandes, como o Instituto da Visão, da Unifesp, na capital paulista.

Quem tem apenas sensibilidade excessiva à luz infelizmente terá de conviver com o problema, pois não é possível fazer nada. Somente se proteger mesmo com os óculos escuros. Pessoas que têm cicatrizes na córnea precisam avaliar a possibilidade de transplante. Quando a fotofobia é sintoma de doenças, os oftalmologistas brasileiros de modo geral estão preparados para diagnosticálas e indicar o tratamento. Quanto ao astigmatismo, enfim, é corrigido com óculos, embora possa persistir certo grau de fotofobia.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Óculos Retro ou Vintage

Armações de óculos Grandes uma nova tendencia

Geek é o termo atualmente utilizado para descrever aqueles antigamente chamados de nerds. Ou deveriamos usar os termos Retro ou Vintage.
O termo, se popularizou por volta de três anos atrás, com o boom de vendas de smartphones e a popularização cada vez maior da internet.
Os Geeks são conhecidos pela sua mistura singular em tudo, desde o gosto musical até os acessórios que utilizam e, com os óculos não é diferente: grande, colorido, com desenhos diferentes do padrão, são os mais procurados.
Modelos clássicos como Wayfarer e Aviadores são os queridinhos, mas também há espaço para gatinhos e alguns modelos mais arredondados.
Hoje esses Óculos Grandes são muito procurados pelos mais descolados.

Sinais de descolamento de Retina


Manchas atrapalhando a visão são sinais de que a retina se descolou


Pontos pretos e flashes de luz são os principais sintomas do descolamento de retina. Problema deve ser tratado com urgência para que o paciente nã o deixe de enxergar
Já imaginou uma mancha preta atrapalhando a sua visão onde quer que você olhe? Muitas pessoas sofrem com um incômodo desses sem saber que tiveram um descolamento na retina - a membrana que reveste a superfície interna do olho. As chamadas moscas volantes, como essas manchas são conhecidas, são o principal sintoma de que a retina se desprendeu e precisa ser reparada com ur-gência.
Por ano, cerca de 20 mil pessoas padecem do problema, que surge a partir de buracos na superfície retiniana. Com os rasgos, o líquido que preenche o fundo ocular se infiltra entre a membrana e a superfície do olho, promovendo o desco-lamento. A condensação de proteínas desse líquido forma as moscas volantes, que teimam em ofuscar a visão acompanhadas de flashes de luz e filamentos que parecem se mover na frente dos olhos.
Os rasgos na retina, na maioria das vezes, ocorrem de forma espontânea, mas também podem ser causados por traumatismo na região dos olhos, inflamações ou tumores intraoculares. "É importantíssimo que o paciente com os sintomas procure o oftalmologista, pois quando a retina se desprende por completo, o in-divíduo pode parar de enxergar", afirma o oftalmologista Renato Braz Dias, Che-fe do Departamento de Retina e Vítreo do Inob - em Brasília.
Os indivíduos com alto grau de miopia têm grande chance de desenvolver o pro-blema. Pessoas com mais de cinqüenta anos ou com histórico familiar também. "O diagnóstico é feito pelo exame de fundo de olho detalhado, chamado mapea-mento de retina, realizado com as pupilas dilatadas. Em alguns casos, pode ser necessária a realização de uma ultra-sonografia ocular", afirma Dr. Renato.[14]
Se o rasgo na retina é diagnosticado precocemente é possível evitar o descola-mento através da aplicação de raios laser ao redor da área afetada. Contudo, se a membrana já tiver se descolado, o oftalmologista é obrigado a intervir cirurgicamente. "Aproximadamente nove em cada dez pessoas têm a retina reaplicada. O paciente, entretanto, leva um tempo para retomar a capacidade visual, devendo realizar repouso adequado no pós-operatório", conclui Dr. Renato.            
Fonte: opticanet.com.br